Bolo de Banana com Aveia e Mel

Bolo de Banana com Aveia e Mel

Este bolo é simplesmente delicioso… Não leva açúcar, nem farinha de trigo.

Ingredientes:

– 1 Cacho grande de bananas d’água (de 12 a 15 bananas)
Obs: em alguns Estados essa banana é conhecida como banana NANICA (aquela que usamos para fazer doce de banana).

– 2 pacotes de aveia em flocos finos (500 g)

– 3 xícaras de manteiga c/sal (400 g)

– 400 g de mel

– 1 pitada de sal

– 1 pitada de cravo em pó

– 5 a 6 colheres (rasas) de canela em pó (ou a gosto)

– gotas de baunilha (umas 4 gotas)

Modo de fazer:

Descasque as bananas, e corte-as em horizontal (de comprido) em fatias finas , mas firmes o suficiente para manuseá-las. Reserve-as.

Numa vasilha funda misture a manteiga com o mel e bata com uma colher, acrescente a pitada de cravo em pó, uma pitada de canela em pó, uma pitada de sal e a baunilha em gotas, e misture bem, acrescente a aveia e misture bem. Reserve por uns minutos, pois a aveia irá absorver a umidade do mel, e vai encorpar mais, formando uma massa..
Comece a forrar a forma (de aro, daquelas que solta o fundo e desenforma) com uma camada fina de bananas fatiadas, e com cuidado acrescente uma camada da massa de aveia  (faça isso com a ajuda de uma colher), vá intercalando: uma camada de bananas, e outra de massa. Sendo que, antes de colocar a camada de massa, polvilhe canela em pó sobre as bananas para dar sabor. Por último encerre com uma camada caprichada de bananas, canela em pó, e uma colher de mel (espalhe o mel sobre as bananas com a ajuda de uma colher, misturando com a canela).

Leve ao forno pré aquecido a 180° por uns 40 minutos.

Espere esfriar um pouco para servir, mas uma sugestão: se quiser come-lo quente, deve ficar muito bom com sorvete de creme.

Bom bolo!

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Torta exótica de Maçã Verde com Merengue de Mel

Fiz essa receita meio “de olho”, espero que gostem:

1ª Etapa: 
Ligue o formo em 180° para pré aquecer.
Ingredientes da massa:

– + ou – 2 xícaras de farinha de trigo

– 3 a 4 colheres (sopa) de manteiga c/sal

– 2 colheres (sopa) de açúcar de coco

– 1 colher (café) de sal

Preparo da massa: Misture bem os ingredientes, amasse bem e forre a forma com essa massa.

2ª Etapa:
Ingredientes do recheio:

– 5  a 6 maçãs verdes

–  1/2 xícara de mel

–  1/2 pacote de gelatina incolor em pó

– 1 colher (café) de canela em pó

–  1 colher (café) de cravo em pó

– 1 colher (café) de gengibre em pó (ou a gosto)

– pitada de sal

Preparo do recheio:
Depois de lavadas e secadas as maçãs por fora, corte-as em 4, retire a parte do meio (onde ficam as sementes) uma por uma. Depois de retiradas as sementes, vá cortando fatias finas (de no máximo 1/2 centímetro de largura) e reservando. Depois de fatiadas, coloque-as  numa vasilha funda,  jogue o mel, os condimentos, a gelatina e misture bem, de preferência com as mãos, porque as maçãs fatiadas grudam umas nas outras dificultando a mistura dos ingredientes. Despeje tudo dentro da massa , ou se preferir, arrume as fatias organizadamente (como eu prefiro). Leve ao forno por no mínimo 30 minutos, dependendo do forno, até que a massa esteja assada e dourada.

Obs: As maçãs nessa receita não ficam bem cozidas, elas ficam mais “crocantes” e naturais, e ficam apenas levemente cozidas após irem ao forno dentro da massa da torta.
Mas se quiser que as maçãs fiquem mais cozidas (mais macias no estilo “Torta do McDonald’s”) faça assim:
Antes de distribuí-las na massa (para ir ao forno) despeje as maçãs (temperadas conforme a receita acima) em uma refratária de vidro, cubra com filme PVC, faça um furo em cima do filme com um garfo, e leve ao microondas por 10 a 15 minutos (de acordo com seu gosto, pois quanto mais tempo, mais cozidas elas vão ficar).
Após cozinhar as maçãs, retire a vasilha do microondas com cuidado para não se queimar (use luvas ou panos de prato) e retire o filme PVC cuidadosamente para que o vapor quente não te queime. Despeje então as maçãs dentro da massa, e passe diretamente para a próxima etapa.

3ª Etapa:
Ingredientes da cobertura (merengue)

–  3 claras

– 1 e meia xícara de mel

– essência de baunilha (2 a 4 gotas)

Preparo: despeje o mel num pote de vidro, ou numa caneca que possa ir ao microondas, aqueça o mel até ferver no microondas, e interrompa o processo, deixando o mel dentro do micro enquanto bate as claras.  Bata as claras na batedeira até ficarem firmes (naquele ponto que não caem da vasilha), e antes de despejar o mel sobre elas,  aqueça-o mais uma vez até ferver. Despeje cuidadosamente (cuidado pra não se queimar) o mel sem desligar a batedeira, enquanto bate o merengue, até a mistura completa.

Despeje o merengue sobre as maçãs assadas, e leve ao forno por uns 5 minutos somente para dourar a cobertura de merengue.

Atenção, porque dependendo do forno, se passar de 5 minutos, queima o merengue muito rápido e perde toda a cobertura.

Espere esfriar antes de partir para que o recheio não escorra, e se quiser desenformar, antes leve à geladeira por pelo menos 2 horas (para não quebrar).

Caso prefira comer a torta morna quase fria (não quente), pode servir com sorvete de creme que fica uma delícia!

Que Deus te abençoe, e boa torta pra você!

Esta foi a primeira etapa da receita… a torta já assou, mas falta o merengue…
Colocando o merengue sobre as maçãs…
mais merengue….
Ajeitando o merengue sobre a torta…
merengue…
Pode decorar com a ponta de um garfo…

A torta pronta para ir ao forno dourar o merengue...

depois de assado o merengue fica assim… cuidado para não queimar! rs, Boa torta pra vc!

Bolo de Quindim com Amêndoas!

Bolo de Quindim Sarah Sheeva

Esta receita ficou simplesmente fantástica!  Nesses dias estamos fazendo um propósito (jejum) específico, onde não entram alguns alimentos como (adição) de óleo, azeite, manteiga e derivados do leite da vaca. É um propósito específico que vai até 2011.  Além disso, tem também o jejum de açúcar da cana (propósito espiritual) que eu faço desde 2002, por isso que essa receita me agradou tanto, porque ela foi feita com os ingredientes permitidos nesses jejuns que estou fazendo, dentro de todas as restrições do momento. Por causa disso, observe que não é uma receita barata, já que o mel costuma ser caríssimo em alguns lugares, mas como por enquanto eu não posso comer açúcar da cana, o mel se torna minha única opção (além do açúcar de coco, frutoses e adoçantes), observem que eu coloquei a opção karo (glucose de milho) para quem puder comer açúcar, assim como o leite não precisa ser de soja (Ades) caso você possa usar leite comum ou desnatado.

Bolo  de Quindim com Amêndoas

Vai precisar de: Liquidificador com capacidade de 2 Litros, uma fôrma de bolo, forno convencional.

– 24 gemas

– 2 vidros leite de coco (400ml)

–  Adês original light (1 medida da garrafa de leite de coco – 200ml)

– 500g de mel ou Karo (glucose de milho)

– 1 colher (café, rasa) de sal

– gotas de baunilha (4 gotas no máximo)

– 1 pacote de coco ralado sem açúcar

– 1 copo de farinha de trigo (usar como medida de 200ml)

– 1 copo e meio de fubá tradicional sem ser pré-cozido (usar copo medida 200ml)

– 2 colheres de fermento sabor baunilha (se achar, se não, use o tradicional)

– 3/4 xícara de amêndoas picadas/fatiadas

Modo de fazer:

Ligue o forno, e deixe pré-aquecendo (a 180°) enquanto prepara a massa.

– No liquidificador bater nessa ordem: As gemas (bater bem), gotas de baunilha, leite de coco, mel, Adês original light, sal, meio pacote de coco ralado, farinha de trigo, fubá.

Retire/desencaixe o copo do liquidificador (por segurança) e o apoie na mesa ou na bancada da pia, e… sem bater misture com uma colher o resto do coco ralado, o fermento, a metade das amêndoas, depois despeje a massa na fôrma (se a forma for do tipo T-ffal /antiaderente, não precisa untar).
Depois que despejar a massa na fôrma, salpique o resto das amêndoas por cima da massa afundando-as levemente com a ponta de uma colher para que elas fiquem levemente cobertas pela massa.

– Asse em forno pré-aquecido a 180ºC por mais ou menos 30/50 minutos.

Obs.: Na hora de tirar do forno, é comum a parte de cima (que precisa estar bem moreninha) parecer crua, mole demais, mas não se assuste, é assim mesmo, quando esfriar vai ficar perfeito, pois esta parte é o “quindim”.

Conselho de amiga: Tenham cautela pra não exagerar nos pedaços,  pois este bolo é muito calórico! (E delicioso!)

Que Deus os abençoe, e bom bolo!

Ps: Na época que fiz essa receita ainda não tinha chegado ao Brasil o produto frutose de coco (ou açúcar de coco) que hoje (em 2018) já está presente em quase todos os mercados do Brasil, e em alguns lugares é mais econômico até que o mel, e para quem não pode comer açúcar é uma excelente opção. Por isso, da próxima vez que eu fizer essa receita, eu pretendo “testar” substituir o mel pelo açúcar de coco para ver como vai ficar. Quando eu fizer, eu escrevo aqui pra vocês. Abraços.

Bolo de Côco com Mel (sem adição de açúcar e gorduras)

Bolo de Côco com Mel (sem adição de açúcar e gorduras)

Bolo de Côco com Mel

Super prático, feito no liquidificador.

 Ligue o forno em 180°, e deixe aquecendo.

Ingredientes:

3 Ovos

+ou- 350 g de Mel

1 pacote (100 g) de coco ralado (grosso) sem açúcar

Gotas de baunilha

1 pitada de sal

4 colheres (sopa) de Extrato de Soja (usei da marca Vitao)

200 g de Farinha de Trigo

50 ml de Leite de Côco

2 colheres rasas (sopa) de fermento sabor baunilha

Como faz:

Bata no Liquidificador, aos poucos, nessa ordem acima…

Por último, retire o copo do liquidificador da parte  do motor, e misture o fermento (sem bater) com uma colher (dentro do copo do liquidificador mesmo).

Despeje a massa na fôrma.

Asse por +ou- 40 min.

Pode finalizar regando com o leite de Côco restante no vidro.

Ficou muito bom!

Macarrão ao Pesto

Acabei de fazer um macarrão ao Pesto muito bom…

 

Como eu fiz “no olhômetro”, aí vai a receita “de cabeça”:

1 Pacote de macarrão parafuso (500 g)

250 ml de azeite extra virgem

50 g de castanhas de caju (trituradas)

50 g de queijo parmezão ralado

2 colheres (chá) de sal

folhas de manjericão fresco (+ ou –  3 xícaras  cheias)

1 peito de frango bem cozido e desfiado (em pedaços médios)

2 colheres (sopa) de cebola desidratada

2 colheres de óleo

Molho Shoyu (+ ou –  6 colheres de sopa)

Ponha a água do macarrão para ferver, e enquanto isso, lave uma a uma as folhas de manjericão, descartando os cabinhos e ficando só com as folhas. Reserve-as num pote.

Cozinhe o macarrão (até ficar ao dente), escorra, volte para a panela e tempere com 1 colher (sopa) de manteiga. Tire da panela e reserve numa tigela funda.

Em outra tigela funda, tempere o frango  (já cozido e desfiado) somente com molho Shoyu. Misture bem  e deixe o molho penetrar na carne. Reserve.

No liquidificador, bata:

O azeite, a castanha de caju, o sal, o queijo parmezão, e por último as folhas de manjericão, deixando reservado uma pequena parte das folhas (1/3 de xícara) para misturar por último e decorar.

Na panela que você cozinhou o macarrão, despeje o óleo e a cebola e refogue rapidamente (obs.: a cebola desidratada leva segundos para dourar, por isso atenção para não queimar), despeje o frango temperado e misture bem e deixe refogar um pouco. Desligue o fogo.

Despeje o molho Pesto (que está no liquidificador) sobre o frango refogado e misture bem… jogue as últimas folhas de manjericão, e por último, jogue o macarrão aos poucos, misturando bem.

Ficou simplesmente maravilhoso…

Espero que gostem, e comentem…

Que Deus os abençoe,

Sarah Sheeva

17/01/2010

Bem vindo ao meu Blog Culinário!

Bombinhas Diet de Doce de Leite Sarah Sheeva
Bombinhas Diet de Doce de Leite Sarah Sheeva

 

 

 

 Bem Vindo ao meu Blog Culinário!

Eu amo cozinhar! E sei que minha maneira de cozinhar é bem alternativa, ela tem uma influência muito forte do vegetarianismo (porque fui vegetariana desde que nasci, até meus 17 anos). Minha maior influencia no vegetarianismo além da minha mãe, que foi vegetariana por mais de 10 anos, foi a “Ma”, minha “madrinha” Maísa Aguiar, que é vegetariana até hoje. Acredito que veio dela a influência da arte de temperar os pratos e deixar coloridos, porque as minhas lembranças dessa parte são sempre na casa dela quando eu era criança… e acredito que a minha paixão por “Carne de Soja” também veio delas.
Minha avó, Carmen Menna Barreto (que partiu para o Senhor em 2016) cozinhava muito, foi dona de restaurantes, e também teve seu papel na minha “formação culinária“ caseira. Veio dela todo o meu jeito “exagerado” para fazer os pratos (exagero que amo!)
Ela teve um famoso restaurante por muitos anos (em Penedo-RJ) cujos pratos eram influenciados pela culinária portuguesa, alemã, italiana, finlandesa e brasileira. É inesquecível o seu chocolate quente com creme! A sua sopa de cebola com um pão gratinado por cima, seus brioches de banana com canela embalados um a um, e seu “absurdo” pastel de provolone! Nunca comi pastel igual ao dela na minha vida! (um dia eu faço ele, e posto aqui a receita pra vocês).
Mas além de todas essas influências, não posso esquecer da cozinha baiana que veio principalmente do meu pai. Foi do papai também que veio a minha paixão por bolos. Ele sempre amou fazer bolos… Era uma grande diversão na infância, uma boa lembrança que temos até hoje.
Sendo assim, para mim a cozinha só traz boas recordações, e é um maravilhoso “laboratório”, um lugar para experiências.
A cozinha me inspira e me deixa livre, animada, é uma atividade relaxante e terapêutica para a minha pessoa. Costumo dizer que cozinhar “me descansa”, talvez porque não hajam regras… já que eu gosto de exageros, e sempre faço comida a mais, para sobrar para o dia seguinte!
(Acho que isso deve ser um “complexo” de família grande kkk porque cresci numa casa cheia de gente, com os pais, 6 filhos, e mais 5 empregados, muita gente agitando a casa, e fazendo “circular comida” o dia todo).

Quando chego das viagens de trabalho, exausta… O que mais gosto de fazer é ir para a cozinha… Parece brincadeira, mas isso me descansa mesmo, é o que mais gosto de fazer. E nesses momentos de descanso, nascem muitas receitas. Algumas aprovadas por todos, outras nem tanto, mas todas são válidas.
Resolvi fazer esse Blog porque esse é um lado meu que nem todos conhecem… Deus tem me dado um ministério na Palavra, e uma das palavras que Ele mais tem trabalhado em mim é sobre alimentação, jejuns, estilo de vida em geral… Um trabalho que visa libertar o povo de Deus de toda “Glutonaria” (Lucas 21.34, Romanos 13.13, Gálatas 5.21), um pecado exposto na Palavra de Deus.
Sabemos que o crente não fuma, não bebe… Mas come! Come tanto… que é só a misericórdia de Deus que os livra dos males da glutonaria! (Eu que o diga!)
Na minha busca pelo equilíbrio e santidade nessa área (alimentação) Deus me deu muitas receitas incríveis… Receitas que tornaram “comer bem” algo possível para mim, e me ajudam a usufruir dessa arte (que é cozinhar) de uma maneira consciente, e não inconsequente.

                               Respondendo a perguntas que muitos me fazem:

“Sarah, por quê você deixou de comer açúcar da cana por tantos anos?”
“Você voltará a comer açúcar algum dia na sua vida?”
“Por que você ainda não voltou a comer açúcar da cana?”
“Como você consegue estar há tantos anos sem o açúcar da cana?”

Tudo começou em Janeiro de 2003, quando participei de um jejum em minha igreja, onde todos nós ficamos 40 dias sem comer açúcar da cana. Durante os quarenta dias, Deus me mostrou como eu era viciada em açúcar, e como os doces açucarados eram como “deuses” na minha vida… algo que não era bom para mim e minha saúde.
Parei de comer açúcar da cana desde então, e fiz um voto a Deus que só voltaria a come-los no dia em que me casasse… Como ainda não sei quando esse dia chegará, vou me adaptando diariamente a abstinência de açúcar (da cana), substituindo-o por outras opções, como mel, frutose, açúcar de coco (e quando é inevitável, adoçantes).
Além da abstinência de açúcar, desenvolvi alguns hábitos alimentares diferentes, isso porque além de ter crescido em meio a alimentação natural que a minha mãe nos criou (macrobiótica, vegetariana e alternativa) eu sempre fiz dietas variadas. Uma das dietas que durou mais tempo (e que mais fez efeito positivo em minha saúde) foi a “dieta do tipo sanguíneo”, que segui por 4 anos consecutivos sem quebrar.
Durante aqueles quatro anos fiquei sem comer farinha de trigo e derivados, leite de vaca e derivados, milho e derivados. Foi uma experiência bem difícil, mas por causa dela, desenvolvi algumas receitas bem interessantes que, aos poucos, divulgarei aqui no Blog.
Outras receitas interessantes surgiram em 2008, ano em que fiz um propósito (jejum) onde eu não comia óleo ou gordura durante 12 meses (com um intervalo de 1 dia a cada 6 meses).
Os primeiros 6 meses foram fáceis, eu estava bem animada com o efeito “disciplinador” do jejum, mas após “entregar” o jejum (no fim dos primeiros 6 meses) e recomeçar a 2ª etapa de 6 meses, o processo começou a ficar bem difícil. Acredito que isso se deu não apenas por causa da guerra espiritual que envolvia aquele jejum, mas porque coisas muito profundas começaram a vir a tona em minha vida, e o jejum realmente me “crucificou”.
Doeu bastante aquele período de privação da gordura… e para suportar melhor, o Espírito Santo me dava receitas maravilhosas, que em breve pretendo lançar em um livro, mas que algumas delas eu compartilharei com vocês aqui no Blog.

Espero que gostem.
Que Deus os abençoe,
Paz,
Sarah Sheeva
19/11/2009